Museu & Exposições


O MUSEU DO MEMORIAL DO JUDICIÁRIO

O Museu reúne, sistematiza e expõe o acervo histórico objetal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. As exposições são realizadas com o intuito de divulgar os trabalhos de pesquisa organizados pelo Memorial e/ou seus parceiros. Algumas são itinerantes e podem ser disponibilizadas para espaços do Judiciário gaúcho.

Localização do Memorial do Judiciário: Andar térreo do Palácio da Justiça - Praça Mal. Deodoro, 55 - Centro Histórico de Porto Alegre
Visitas: De segunda a sexta-feira, das 9 horas às 18 horas. Pede-se que visitantes em grupo agendem a visita via email.

ATENÇÃO: nos meses de janeiro e fevereiro, o Memorial do Judiciário realiza horário diferenciado de atendimento, acompanhando o horário do Poder Judiciário Estadual. Segundas-feiras, das 12h às 19h; de terça a quinta-feira, das 9h às 18h; sextas-feiras, das 8h às 15h.

 

EXPOSIÇÕES

Minhas Memórias, Nossa História

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A Exposição propõe um percurso por mais de dois séculos de histórias das famílias do Rio Grande do Sul, de 1752 a 2017, sob o olhar sócio-cultural, legislativo e jurídico.

Após a morte de sua mãe, a escritora Ana Barros Freitas se deparou com dezenas de diários, registros da história de mulheres de sua família, desde remotos tempos. Muitas foram as revelações!

Ana soube, por exemplo, que uma tia-avó, Maria de Jesus, que ela sempre acreditou ser solteira e introvertida, fora casada e tivera duas filhas. Em 1931, seu marido descobriu uma traição sua e matou seu amante. Maria nunca mais teve contato com as filhas.

Juntando as tantas histórias e pesquisas em acervos, documentos e bibliografias, Ana escreveu um livro. No Memorial do Judiciário, Ana chegou à procura do processo crime que envolvia sua tia-avó Maria de Jesus. Naquele momento surgiu a ideia da exposição Minhas Memórias, Nossa História – um percurso por mais de dois séculos de histórias das famílias do Rio Grande do Sul, de 1752 a 2017, sob o olhar sócio-cultural, legislativo e jurídico.

O público é convidado a visitar a exposição pela própria Ana, em filme que explica essa trama. Documentos, objetos, fotografias, vídeos e áudios conduzem o espectador por histórias que são comentadas em primeira pessoa, pela escritora. Ana, da pesquisa nos diários e das tantas descobertas, parte para uma reflexão sobre o que ela mesma vive, com parentes e amigos próximos. Os desafios vividos hoje, como a aceitação da homossexualidade da filha; o apoio à sua editora que têm um filho gestado por sua irmã (por barriga de substituição); o sentimento de Ana frente a todas estas novidades.

Ao final da exposição, o visitante é convidado a interagir com a autora, endereçando-lhe uma mensagem. Uma surpresa é reservada, ao final, sobre toda essa experiência de perceber na história de Ana onde está a história de cada um de nós. Entre os diversos recursos de interação, o aúdio recriado a partir do depoimento de sua tia-avó no processo-crime de 1931, pode ser ouvido, assim como o interrogatório feito pelo assistente da acusação e o advogado de defesa. Um livreto contendo a extensa pesquisa realizada pelo Memorial do Judiciário do RS é oferecido ao visitante, como subsídio teórico para a compreensão das histórias contadas na mostra.

Serviço
· Exposição Minhas Memórias, Nossa História
· Entrada franca
No Memorial do Judiciário – Térreo do Palácio da Justiça – Praça Marechal Deodoro, 55, Porto Alegre/RS, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

ATENÇÃO: nos meses de janeiro e fevereiro, o Memorial do Judiciário realiza horário diferenciado de atendimento, acompanhando o horário do Poder Judiciário Estadual. Segundas-feiras, das 12h às 19h; de terça a quinta-feira, das 9h às 18h; sextas-feiras, das 8h às 15h.

Para visitas guiadas em grupos, pede-se agendamento via e-mail memorial@tjrs.jus.br

 

Casando em Um Palácio

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A exposição de longa duração, “Casando em um Palácio”, no mezanino do Palácio da Justiça, conta a história do projeto arquitetônico e do seu uso desde a sua inauguração na década de 1960/1970.  Mais de 4 mil cerimônias de casamento ocorreram no local, até a atividade ser inviabilizada pela utilização do espaço para sediar escritórios do Tribunal de Justiça.

Com a reinauguração do Palácio, em 2006, com a supervisão do Arquiteto Carlos Maximiliano Fayet, um dos autores do projeto do prédio, o Memorial passou a se responsabilizar pelo local. A partir de 2010, vem realizando na Galeria dos Casamentos, como voltou a ser chamada, em parceria com a Corregedoria-Geral da Justiça e o Registro Civil das Pessoas Naturais da 1ª Zona de Porto Alegre, as cerimônias coletivas de casamento. Até o final de 2016, houve 250 casamentos no local.  O próximo está marcado para 28 de junho.

Paralelamente, podem ser conferidas no Memorial as exposições "Agora ou na Hora de Nossa Morte", que retrata casos de Violência Doméstica contra a Mulher, e "As sedes do Tribunal de Justiça".

Serviço

· Exposição Casando em Um Palácio
· Entrada franca
Na Galeria dos Casamentos – Mezanino do Térreo do Palácio da Justiça – Praça Marechal Deodoro, 55, Porto Alegre/RS, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Para visitas guiadas em grupos, pede-se agendamento via e-mail memorial@tjrs.jus.br

 

Exposição Agora ou na Hora de Nossa Morte

De iniciativa da Corregedoria Geral de Justiça, por meio da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica do RS, a exposição “Agora ou na Hora de Nossa Morte” foi montada, com o apoio do Memorial do Judiciário, no térreo do Palácio da Justiça. A abertura da exposição, ocorrida em 6 de março de 2017, foi também o lançamento oficial da Semana da Justiça pela Paz em Casa. A mostra retrata feminicídios ocorridos no Rio Grande do Sul, que ceifaram vidas e famílias, e ficou em cartaz no térreo do Palácio da Justiça até 10 de julho de 2017.

Sutiãs pretos simbolizam a morte de mulheres brutalmente mortas por seus maridos e companheiros. Em painéis, os relatos das histórias das vítimas e suas famílias, e dos crimes cometidos. A motivação vai desde ciúmes à recusa em cozinhar. Em áudio, constavam relatos de mulheres que sobrevieram às agressões. A mostra trazia também dados estatísticos sobre a Violência Doméstica no Estado, bem como as frases e situações mais comuns vividas pelas vítimas.

 

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“Morta por ‘se fazer de difícil’. Assassinada a facadas com o filho no colo depois de uma discussão. Estrangulada e jogada num poço abandonado. Queimada viva por causa do fim do relacionamento.” No RS, de acordo com dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP/RS), houve 99 feminicídios em 2016. Já no Poder Judiciário Estadual, no ano passado, foram iniciados 156 processos que apuram feminicídios (entre tentativas e consumados). A exposição Agora ou na hora de nossa morte retratou 20 assassinatos de mulheres em situação de violência doméstica. Ao lado de cada história, um resumo da situação vivida pelas vítimas e a forma como foram mortas por seus companheiros, e sutiãs pretos simbolizando a morte de uma mulher. Também foi possível ouvir relatos baseados em histórias reais de sobreviventes de casos de violência doméstica.

Serviço

· Exposição Agora ou Na Hora de Nossa Morte
· Entrada franca
No Térreo do Palácio da Justiça – Praça Marechal Deodoro, 55, Porto Alegre/RS, de segunda a sexta, das 9h às 18h. Até 10 de julho.

Para visitas guiadas em grupos, pede-se agendamento via e-mail memorial@tjrs.jus.br

 

Exposição Propriedade, Registro e Caminhos  

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Retrata a história dos 150 anos do primeiro Registro de Imóveis em Porto Alegre, que passou a funcionar em 1865. A mostra é organizada pelo Memorial do Judiciário do Rio Grande do Sul em conjunto com o Registro de Imóveis da 1ª Zona da Capital e traz cinco ambientes para contar a história e a importância do ato de registrar as propriedades no Brasil.  A exposição conta como era a cidade de Porto Alegre e o Estado do Rio Grande do Sul em 1865 e o desenvolvimento das atividades do Registro; como ele inicia a ser realizado e toda a evolução dessa matéria no Estado.
O  Registro disponibilizou para a Exposição os originais dos primeiros livros de registros, além de selos e documentos da época do Império, como cartas de alforria de escravos.

O que pode ser conferido

Uma maquete com edifícios de importância histórica, localizados ao redor da Praça da Matriz, pode ser manipulada pelos visitantes que perceberão as mudanças ocorridas na região ao longo dos anos. Outros painéis trazem informações detalhadas dos principais prédios da Praça. Uma linha do tempo marca os principais acontecimentos desde 1865, com fatos ligados à legislação, aos registros de imóveis e à própria cidade, Estado e país. Ainda está exposta uma planta de Porto Alegre, datada do ano de 1906, época em que começavam a ser construídos edifícios e fábricas no Município.
Serviço
· Exposição Propriedade, Registro e Caminhos

· Entrada franca

(De julho de 2015 a fevereiro de 2016 ficou em exibição no Memorial do Judiciário do RS) Aberta à visitação do Térreo do Foro Central – Prédio II – Rua Manoelito de Ornellas, 50, Porto Alegre/RS, de segunda a sexta, das 9h às 18h.  ·      Realização: Memorial do Judiciário do Rio Grande do Sul e Registro de Imóveis da 1ª Zona de Porto Alegre.
Para visitas guiadas em grupos, pede-se agendamento via e-mail memorial@tjrs.jus.br

 

Arquivos do Judiciário: Processos Impactantes

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Em 2016, O Memorial do Judiciário do RS apresentou a exposição “Arquivos do Judiciário: Processos Impactantes”. Em seu acervo estão parte dos processos do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul. Dentre os documentos cadastrados no Fundo Impactante constam processos que causaram comoção pública por envolverem personalidades ou fatos obscuros, que impactaram o imaginário coletivo.

Nesta mostra, foram selecionados casos, com grande repercussão midiática, que trazem crimes que por sua violência, crueldade, ou conteúdo inusitado despertaram o interesse do público e, mesmo com o transcorrer do tempo, ainda se faz presente no imaginário popular, como o Sequestro dos Uruguaios, Mãos Amarradas, Alex Thomas e a Gangue da Matriz, TFP, Editora Revisão e o da morte do Soldado Valdeci.

 

A Justiça no Cotidiano do Escravo   (13/5 a 20/11/2014)

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Aos 126 anos da promulgação da Lei Áurea, o Memorial do Judiciário do RS e o Arquivo Judicial expuseram ao público documentos e pesquisa inédita desenvolvida sobre o acervo de documentos judiciais do período 1840-1888. O ano de 1840 marca a data dos primeiros documentos que serão expostos, e 1888, a data da promulgação da Lei. A exposição esteve aberta ao público de 13 de maio até novembro de 2014 no andar térreo do Palácio da Justiça, no Museu do Memorial do Judiciário.  A exposição teve três vértices: a ambiguidade da situação jurídica do escravo como propriedade e sujeito, os caminhos para a liberdade legitimados pelo Judiciário e o acesso do escravo ao Poder Judiciário. A exposição conta acervo do próprio Memorial do Judiciário, do Arquivo Judicial e do Museu Júlio de Castilhos.

Veja também:

 

Caminhos da Comarca de Porto Alegre (permanente)

Inaugurada em 16 de setembro de 2013, junto com o Prédio II do Foro Central da Comarca de Porto Alegre, a Exposição Caminhos da Comarca de Porto Alegre é composta por três painéis que contam, cronologicamente, interligando a história com os fatos da época, o desenvolvimento da Comarca de Porto Alegre.  Veja o Jornal editado por ocasião da abertura da exposição, contendo as principais imagens e textos. Também é possível visitar a exposição no andar térreo do Prédio II do Foro Central (Rua Manoelito de Ornellas, 50, em Porto Alegre), onde a exposição encontra-se montada permanentemente, no horário das 9 às 18h, nos dias úteis.

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 Fotos de Roberto Medeiros Soares/Memorial TJRS

 

Móveis do Júri de Dom Pedrito

No Museu do Memorial também encontram-se em caráter permanente os antigos móveis do Tribunal do Júri da Comarca de Dom Pedrito. O mobiliário é utilizado para o Projeto Formando Gerações. Ao realizarem visitas ao Memorial, dentro do Formando Gerações, os alunos do ensino fundamental e médio recebem noções sobre o funcionamento do Poder Judiciário, assistem a teatros e vídeos que propõe reflexões sobre a vida em sociedade, de acordo com a faixa etária, e, e depois participam de um Júri simulado, onde os próprios alunos fazem as personagens de réu, juiz, advogado, promotor e jurados. 

 

Exposição A homossexualidade e as demandas envolvendo a transexualidade 

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A mostra traz processos e casos históricos tanto na justiça gaúcha como na federal, envolvendo a busca de direitos por parte da população homossexual e transexual. A finalidade é estimular o debate das questões de gênero e de identidade e orientação sexual.

A exposição ficou em exibição na Galeria dos Casamentos do Palácio da Justiça de 5 de abril a 10 de maio de 2017. Casos considerados balizadores para a temática na Justiça Estadual e Federal puderam ser conferidos. A mostra foi a segunda, de um total de cinco, que estão ocorrendo entre 2016 e 2018, como parte do projeto Direitos Humanos: uma questão de Justiça, promovida pelo Memorial da Justiça Federal do Rio Grande do Sul, e da qual o TJRS, por meio do Memorial do Judiciário do RS, é um dos participantes.

Casos: Entre os processos que foram expostos, um caso que representa a vanguarda do judiciário gaúcho, ao reconhecer os efeitos sucessórios de uma união homoafetiva ainda em 2001, dando assim direito pleno de herança ao companheiro, da mesma maneira que casais heteroafetivos. O Supremo Tribunal Federal só foi reconhecer a igualdade de direitos de casais hetero e homossexuais em 2011, embora ainda não exista lei que permita a união formal entre os homoafetivos.

A mostra, que já foi exposta anteriormente no Memorial da Justiça Federal do RS, é a segunda parte do projeto da JFRS. A primeira tratou do tema Mulher, Trabalho e Justiça, e também teve participação do TJRS tanto em sua montagem, como para sediá-la. A iniciativa tem como parceiros também o Tribunal Regional Federal da 4ª Região - Seções do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, a Defensoria Pública da União e Tribunal Regional do Trabalho.

 

História do Poder Judiciário no RS (Itinerante)

Resulta de constantes pesquisas realizadas pelo Memorial, reinaugurada em 15 de maio de 2012. É composta por cinco nichos relatando a história da estruturação da Justiça em cada período histórico brasileiro, da colônia aos tempos atuais.

Período: 14 de maio a 20 de agosto de 2012

Em setembro de 2012, a Exposição tornou-se itinerante e está à disposição para percorrer as Comarcas do Estado. Para manifestar interesse na Exposição, entre em contato com o Memorial.

Versão anterior da exposição percorreu as Comarcas de Alegrete, Augusto Pestana, Bagé, Bento Gonçalves, Bom Jesus, Cachoeira do Sul, Camaquã, Caxias do Sul, Charqueadas, Cruz Alta, Dom Pedrito, Flores da Cunha, Guaíba, Igrejinha, Nonoai, Osório, Palmeira das Missões, Piratini, Porto Alegre: Foro Central, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Sant’Ana do Livramento, São Leopoldo, São Luiz Gonzada, São Pedro do Sul, Sarandi, Tapejara, Torres, Tramandaí, Triunfo, Tupanciretã, e Vacaria. Para conhecer os posters desta exposição, clique aqui.

 

Galeria dos Presidentes do Tribunal de Alçada (Permanente)

O salão do Museu traz na parte superior imagens dos rostos dos 28 Presidentes do Tribunal de Alçada que existiu no Rio Grande do Sul entre 1971 e 1998.

Período:  Inaugurada em 19 de junho de 2008

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As Sedes do Tribunal (Permanente)

Cinco painéis, de 2,10m de largura por 1,83m de altura, contam a trajetória arquitetônica dos locais que abrigaram o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. A exposição localiza-se no térreo do Palácio da Justiça.

 Período: Inaugurada em 12 de dezembro de 2005

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Carlos Thompson Flores: uma vida na magistratura

Apresentou aos visitantes a oportunidade de conhecer melhor um dos mais ilustres desembargadores gaúchos. Dentre as peças da mostra – cedidas pelo Supremo Tribunal Federal, do qual Thompson Flores foi Presidente –, destacaram-se seu Registro Civil, a Toga e a Beca de Ministro e algumas das condecorações recebidas, além de um retrato a óleo doado ao Memorial pelo Desembargador Federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, neto do homenageado.

 Período: 05 de dezembro de 2011 a 05 de janeiro de 2012. 

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Tarsila em releitura
Realizada na Galeria dos Casamentos, a exposição com obras feitas em acrílico sobre tela, é resultado de uma oficina ministrada pelo Professor Aloizio Pedersen. Os trabalhos foram construídos pelos professores multiplicadores do Projeto Formando Gerações, levando em conta o tema do Prêmio FALA 2011, Fantasia do Cotidiano, baseado nas obras de Tarsila do Amaral.

Período: 04 a 14 de outubro de 2011.

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Reflexos: Releituras de Iberê Camargo
Assim como o artista Iberê Camargo fez em suas obras, alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Padre Reus, de Porto Alegre, expressaram seus medos, angústias, alegrias e interrogações em 35 telas, saindo de seus refúgios e desbravando o mundo real.

Período: 28 de março a 10 de abril de 2011.

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Revolução Farroupilha: Memória e Registros

Apresentou os quatro volumes dos autos do processo referente à Revolução Farroupilha, que se encontram sob a guarda do Arquivo Nacional, bem como os objetos e documentos históricos acerca da temática. Destacou a preservação de documentos e a reconstituição do evento farrapo para a História do Brasil e do Rio Grande do Sul.

Período: 15 de setembro a 30 de setembro de 2008.

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Da Caneta Bico-de-pena à Certificação Digital

Apresentou objetos e documentos que fazem parte da História do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul. Dentro de uma retrospectiva histórica, a mostra assinalou as diferentes formas de comunicação e registro utilizadas nos séculos XIX, XX e XXI na atividade judicante, culminando com a certificação digital.

Período: 02 de maio a 30 de maio de 2008.


 

20 Anos de Penas Alternativas no Rio Grande do Sul

Surgiu em comemoração aos 20 anos de atuação da Vara de Execução das Penas e Medidas Alternativas, por meio de seu trabalho de acompanhamento técnico na execução das penas alternativas junto à comunidade.  

Período: 14 de janeiro a 01 de fevereiro de 2008.

Depois desse período, a Exposição transitou nas Comarcas de Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Charqueadas, Esteio, Gravataí, Guaíba, Montenegro, Novo Hamburgo, Porto Alegre (Foros Central, 4º Distrito, Alto Petrópolis, Restinga e Foro Sarandi), Santo Antônio da Patrulha, São Jerônimo, São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara , Triunfo e Viamão.

  • Veja os seis posters
  • Publicação em PDF (700 kb/47 páginas) - Ficha Técnica: Edição de Setembro de 2007 - Texto – Memorial do Judiciário e Equipe Técnica da Vara de Execuções de Penas e Medidas Alternativas de Porto Alegre (VEPMA); Revisão – Memorial do Judiciário; Projeto Gráfico e Impressão: Departamento de Artes Gráficas (DAG) do TJRS; Capa – Corregedoria-Geral da Justiça.

 

MEMORIAL

Para acompanhar as atividades do Memorial: