Limpeza do Prédio


O procedimento de limpeza no interior do pr√©dio onde funcionava a boate Kiss foi autorizado em 02/12/13, pelo Juiz de Direito Ulysses Fonseca Louzada, com a concord√Ęncia de todas as partes do processo.

O √ļnico ato processual que pontuava o acesso da ECCON, propriet√°ria do pr√©dio, para in√≠cio da limpeza era a coleta de amostra dos materiais pelo Instituto Geral de Per√≠cias (IGP) para preserva√ß√£o de futuras provas, o que ocorreu em 11/03/14.

O risco de contamina√ß√£o do local, conforme informa√ß√Ķes trazidas aos autos, preocupou o Ju√≠zo do processo, que informou aos √≥rg√£os competentes (Defesa Civil, Minist√©rio P√ļblico de Prote√ß√£o Ambiental, Secretaria Municipal de Prote√ß√£o ao Meio Ambiente, FEPAM e propriet√°rio do pr√©dio) da necessidade de que fossem tomadas as provid√™ncias necess√°rias.

Ap√≥s essa provoca√ß√£o, foi instaurado Inqu√©rito Civil pelo Minist√©rio P√ļblico e dado in√≠cio a ado√ß√£o das medidas necess√°rias. A iniciar pela propriet√°ria do pr√©dio, que contratou uma empresa para realizar a limpeza e descontamina√ß√£o do local. O procedimento foi realizado em dezembro de 2014.

Decisão do Juiz Fábio Marques Welter, que substituía na 1ª Vara Criminal durante as férias do titular, determinou que os objetos das vítimas, recolhidos durante a limpeza, devem permanecer no local até a definição de outro destino, por ora, já que a empresa ECCON não contemplou no projeto contratado para desintoxicação dos objetos pessoais.