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A estruturação do Departamento de Infraestrutura, antigo Departamento de Engenharia, Arquitetura e Manutenção - DEAM, teve início a partir de uma mudança estratégica do Departamento, com foco na especialização das equipes, a fim de serem ofertados resultados com maior qualidade e em menor tempo.

O DINFRA conta, atualmente, com um corpo técnico formado por engenheiros civis, engenheiros mecânicos, engenheiros eletricistas, arquitetos, além de técnicos judiciários, todos organizados em equipes específicas para o atendimento de demandas de manutenção, para elaboração de projetos e planos de manutenção, para projetos de leiaute, para projetos de novas construções, e para a fiscalização das obras. Além disso, há também uma área administrativa voltada para o planejamento das ações e controle dos resultados do Departamento.

Além da mudança estratégica, houve também mudança de foco do Departamento. Nos últimos 15 anos, o principal objetivo era construir edifícios. Em 2001, eram 339 mil metros quadrados construídos no Estado; atualmente, são mais de 660 mil metros quadrados. Hoje, no entanto, o DINFRA está voltado para a manutenção dos prédios do Judiciário Estadual.

Renovação conceitual das edificações

O aumento do número de construções e reformas dos prédios do Judiciário trouxe a possibilidade de uma renovação conceitual dos projetos arquitetônicos. Em 2008, esses novos conceitos foram colocados em prática, aliando funcionalidade da edificação e diretrizes de sustentabilidade.

As alterações propostas, que incluíram projetos de reutilização de água, iluminação natural por zenitais e por prateleira de luz, cobertura vegetal e climatização por meio de sistema de expansão direta trouxeram não somente vantagens ecológicas, mas economia de recursos, como redução de gastos com energia elétrica e consumo de água. A renovação conceitual também englobou a adequação dos prédios às normas de acessibilidade, conforme a Norma Brasileira de Acessibilidade (NBR 9050).

A separação dos fluxos de pessoas dentro dos edifícios foi outro importante fator que norteou os novos projetos. A circulação de público, servidores, magistrados e réus presos foi isolada, visando a aumentar o conforto e, principalmente, a segurança dos usuários dos prédios da Justiça Estadual.

Em 2011, as primeiras edificações com os novos conceitos foram inauguradas no interior do Estado. A partir de então, já são mais de 20 prédios construídos com essas diretrizes.

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